sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O que é o Evangelho - Luder G. Whitlock


Não há uma ordem particular na qual a mensagem evangelística deve ser apresentada, e as palavras para explicar o Evangelho não estão especificamente prescritas nas Escrituras, mas há um núcleo essencial de informação a ser comunicado, e eventualmente ele deve ser agregado logicamente na mente do ouvinte.

A missão de Cristo, o Salvador, não faz sentido se colocada fora do problema do pecado e do que ele veio tratar, e o pecado não faz sentido fora da percepção da majestade e da santidade do Criador a quem nós somos responsáveis. Deus deseja que todos sejam santos e perfeitos (1Pe 1:16; Mt 5.48). A falha em harmonizar-se com o desígnio de Deus significa que uma pessoa é inaceitável a Ele. E ninguém se harmoniza: “todos pecaram “ (Rm 3.23; 1Jo 1:8,10). As conseqüências do pecado são a morte e o castigo (Gn 3:3; Rm 6:23). Nem grande quantidade de esforços nem plano de melhoria podem restaurar a inocência perante Deus.

Uma vez que os seres humanos são incapazes de se salvarem, como alguém poderá ser salvo? Deus enviou seu Filho Jesus Cristo ao mundo para viver a vida perfeita, sem pecado, necessária para agradá-lo. Jesus viveu sem pecado. Como ser humano, Ele pode identificar-se conosco e tornar-se nosso substituto. Cristo morreu na cruz para sofrer punição de Deus contra o pecado e a morte na sua ressurreição e ascendeu à direita do Pai, onde Ele agora governa com toda a autoridade e poder.

Deus exige que seus eleitos respondam ao Evangelho com uma confissão do pecado e de suas conseqüências, acompanhado pelo legítimo arrependimento, o desejo sincero de abandonar o pecado. A salvação é pela graça através da fé (Ef: 8-9). Quando alguém confia em Cristo como Salvador, Deus perdoa e aceita essa pessoa como coberta completamente pela justiça do Cristo. O crente torna-se um filho de Deus, e lhe é assegurada a vida eterna com ele (Jo 3:16).

Extraído de: Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. Pag. 1559.

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